09 agosto, 2008

A história e as estrelas.

A verdade, é que Jesus não morreu na cruz; Casou, teve filhos e continuou os seus ensinamentos aos mais próximos. Também continuou as suas viagens frequentando escolas de nível superior, quanto aos ensinamentos místicos de cura, matemática e cultura de povos antigos. Ainda que retornasse de suas longas viagens, limitava-se a andar longe do público aparecendo raramente aos sábados em suas grandiosas pregações aos seus apóstolos.
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O tempo nos faz acreditar em mitos; E quando nos damos conta, notamos que passamos a maior parte de nossas vidas vivendo em função de velhas crenças que nunca nos levaram a lugar algum.
Olhando as estrelas agora, vendo-as sem interferência da alta luminosidade que existe nos céus no século XXI, observo o como é vasto este universo e o como somos míseros navegando num planeta pequenino a mercê do acaso - acaso maestrado por uma mão divina.
A velha crise voltou; Passo mais tempo no plano astral do que vivenciando a realidade de minha época. Ainda que Phaíbe tenha me orientado bastante quanto ao desequilíbrio emocional de fazer repetidas viagens, ainda me apego ao vício do extraordinário, do desconhecido, e me vejo perdido em pensamentos reflexivos de uma suposta crise existencial. Aliás, quantas pessoas possuem a oportunidade de conhecer a história em tempo real sendo orientado por um alienígena, ainda que use um estranho macacão brilhoso colado ao corpo? Realmente, o impacto inicial desta possibilidade desarranjaria o intestino de qualquer um, mas agora, com o passar do tempo, com a verdadeira história esfregada na cara de maneira fria e cruel, realista e fascinante, o impacto passa agora a ser mais cruel e parece transformar-se num monstro devorador a cada passagem dos fatos. Como as estrelas que vejo agora; sempre estavam ali, mas nunca tive a oportunidade de atentar-me as suas localizações. A verdade sempre esteve ali diante dos nossos olhos, mas por vivermos presos em crenças absurdas e individualistas, criamos um mundo de histórias falsas que levam benefícios sistematicamente para os poucos afortunados que, ironicamente, conhecem a verdadeira história da humanidade.
Agora, eu sei o que eles sabem, aquilo que sempre esconderam magnificamente da humanidade; A religião é o ópio do povo e por sua vêz, a fé move montanhas, montanhas de dinheiro; O trono é para aqueles de visão, porque na terra de cego quem tem olhos é rei; E da história, pontos e vírgulas mudam caminhos e destinos, assim como caminha a humanidade; E Jesus, quem diria? Ele não morreu na Cruz.
Engraçado, as estrelas estão lá brilhando, ainda que algumas delas não mais exista. A história é assim, a lemos e a escutamos de várias formas , e como querem, mas a realidade dos fatos é completamente diferente quando a vivenciamos, principalmente, quando deixamos parte de nossas almas.

4 comentários:

Anônimo disse...

Olhar para o céu, é olhar para uma enorme fotografia do passado. É ver deonde viemos e para onde voltaremos algum dia.

Tifon disse...

Lindissimo...Gostei imenso.

ir para este blog é como abrir um grande livro antigo, do qual não sabemos os capítulos nem os paragráfos...Apenas a nossa imaginação serve como chave para trespassar um novo mundo.

obrigada, um abraço da tua amiga, tifongirl

Tifon disse...

desculpa se estive um pouco em baixo, a partir de agora, vou sempre comentar os blogs .... ;)


um abraço da tua amiga tifon

Tifon disse...

OLÁ, jotacarlos.


uma grande reflexão: porque é que as estrelas brilham, se já estão mortas?...

A velocidade da luz é algo fantástico, e acho que tens razão....neste momento, sou ateia, e não acredito em nenhum Deus...mas, os valores cristãos não serão os mais importantes?


Nisso, acredito eu, na ética, mesmo que, actualmente, não esteja lá muito "na moda".

um grande abraço, amigo

Saudações

A verdadeira religião, é a do coração.